O barato de Londres

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PorClariceMenezes

O barato de Londres 

Mesmo com a libra lá nas alturas é possível curtir Londres e aproveitar o que ela oferece gratuitamente caminhando pelas ruas da cidade. Mercados, parques, praças, avenidas, monumentos e edifícios icônicos são algumas das atrações que o viajante encontra por lá.

Mas para os apaixonados por Arte, a cidade proporciona aos visitantes conhecer os três museus dentre os mais fantásticos do mundo sem pagar nadinha. British Museum, National Gallery e Tate Modern abrigam os maiores tesouros da humanidade e são passagem obrigatória para desvendar a história das civilizações.

Já que o passe é livre e não é preciso garantir os ingressos com antecedência, confiram o que eu vi por lá..

British Museum

O British Museum já chama a atenção pela sua imponente fachada. O prédio é adornado por colunas jônicas e possui um frontão com esculturas no estilo clássico. A escadaria leva à entrada do saguão principal de formato circular. Em 1994 esse espaço passou por uma reforma e ganhou uma cobertura espetacular: uma estrutura metálica com vidros triangulares que deixam passar a luz natural. O autor do projeto foi o renomado arquiteto Norman Foster, o mesmo responsável por projetar a Ponte do Milênio e o edifício 30 St Mary Axe (o Gerkhin).

O British foi fundado em 1753 e seu acervo integra mais de 8 milhões de peças provenientes de todas as partes do mundo, distribuídas pelos três andares do prédio. A coleção exibe obras da arte africana, grega e romana, egípcia, asiática, europeia, japonesa e também do Oriente Médio.

Dentre as atrações mais controversas do museu estão a Pedra Roseta e partes do friso do Parthenon. A pedra encontrada no Egito foi surrupiada em 1801 por Napoleão que a levou para Londres. Lá ela foi estudada e decifrada por estudiosos já que a relíquia contém inscrições em hieróglifos, demótico e grego antigo.

As esculturas provenientes do Parthenon foram transferidas para o museu britânico onde estão, desde 1816, muito bem conservadas. Até hoje elas são motivo de discórdia entre gregos e britânicos. A Grécia reivindica a devolução das peças para serem expostas no Novo Museu da Acrópole.

Dada a grandeza do Museu Britânico, há a necessidade de fazer uma seleção prévia do que se deseja ver. Geralmente opto por um percurso cronológico e faço uma lista pessoal de acordo com minhas preferências. Desta vez visitei as galerias do Egito e da Grécia. Saí de lá renovada e confiante de que tudo que vi iria ficar por muito tempo na memória. Confira o roteiro:

O museu

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Entrada principal do museu e as colunas jônicas
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Detalhe do frontão com esculturas em estilo clássico
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O teto interno do saguão principal do British Museum: projeto do arquiteto Norman Foster
  • Antigo Egito
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Pedra Roseta com inscrições em hieróglifos, demótico e grego antigo

 

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O escaravelho, amuleto mais popular do Egito

 

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Hieróglifos egípcios
  • Grécia

 

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Acompanhando a visita com o áudio-roteiro disponível em várias línguas

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Com os filósofos: Sócrates, Antisthenes, Chrysippos e Epicuro

 

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Parte das estátuas retiradas do frontão do Parthenon

 

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Réplica do Monumento às Nereidas

 

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Réplica da estátua do Templo das Cariátides

Na página oficial do museu você pode conferir toda a programação e planejar a sua visita:

http://www.britishmuseum.org/

http://www.britishmuseum.org/visiting/planning_your_visit/free_tours_and_talks.aspx

 

National Gallery

National Gallery fica localizado em um dos espaços mais belos e vibrantes de Londres, a Trafalgar Square. Com suas fontes exuberantes, a praça é uma atração à parte e fica bem no centro da capital inglesa. É fácil se apaixonar por ela e não querer mais sair de lá.

O museu estatal foi inaugurado em 1824 e concebido para atender a toda a população, não só aos “entendidos” ou aos estudiosos.  O National Gallery abriga as mais representativas obras-primas da história europeia do século XIII até o início do século XX. Entre os destaques estão O casal Arnolfini de van Eyck, Vênus ao Espelho de Velázquez, Girassóis de van Gogh.

Vamos encontrar  desde os renascentistas Botticelli, Leonardo e Rafael, passando pelos nórdicos van Eyck e Dürer, pelo grande mestre Caravaggio até chegar o século XIX e, finalmente, às obras pós-impressionistas de Seurat, Renoir e Cézanne.

O National Gallery é alegria para os olhos, uma parte da história e uma visita inesquecível. Confira as fotos:

O museu

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Trafalgar Square

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Meus favoritos:

O casal Arnolfini, van Eyck

 

Vênus ao Espelho, Velázquez

 

Girassóis, van Gogh

Na página oficial do museu você pode conferir toda a programação e planejar a sua visita:

http://www.nationalgallery.org.uk/

Tate Modern 

Para completar a tríade dos museus gratuitos de Londres, não pode faltar o imprescindível Tate Modern. A sua localização é muito privilegiada, pois ele fica de frente para o Tâmisa e a Ponte do Milênio. Além disso a coleção do museu é de tirar o fôlego!

O Tate Modern Foi inaugurado em 2000 para abrigar a Arte Moderna e entre os grandes mestres a gente encontra Picasso, Matisse e chagal.

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Quem disse que dinheiro não dá em árvore?
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As três dançarinas, Picasso
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Kandinsky
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St. Paul Cathedral e Millenium Bridge
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Um café para recarregar as baterias antes de iniciar a próxima jornada

Na página oficial do museu você pode conferir toda a programação e planejar a sua visita:

http://www.tate.org.uk/visit/tate-modern

Termino essa jornada com a certeza de que tudo isso merece mais do que uma visita.  Quem sabe já não é hora de pensar em voltar, afinal, a Terra da Rainha é um prato cheio para os que amam explorar o conhecimento.

Bye bye.

Até o próximo post.

Almoço em Paris: Uma história de amor com receitas

Coluna Livro & Viagem

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PorClariceMenezes

Resenha

Almoço em Paris: uma história de amor com receitas

Parece que a fórmula história de amor com deliciosas receitas deu certo e veio para ficar. Almoço em Paris é o romance autobiográfico da jornalista Elizabeth Bard, uma americana judia que conhece num fim de semana em Paris, Gwendal, um francês de origem marroquina. A partir desse encontro sua vida nunca mais foi a mesma.

Bard abre mão de seu emprego em uma biblioteca em Londres, onde residia, muda-se para Paris e decide morar com Gwendal. O romance multicultural se desenvolve e passa por imbróglios que têm como pano de fundo a culinária francesa. Acostumada com a cultura fast-food de Nova York, onde come-se a qualquer hora, em qualquer lugar ou até mesmo caminhando, Elizabeth percebe que para os franceses, comer é um ato de celebração. A jornalista, então, mergulha fundo nos costumes parisienses e percorre caminhos que vão além das belas receitas apresentadas no final de cada capítulo.

Um aspecto da narrativa que me deixou muito entusiasmada foi o fato de que a personagem navega todo o tempo entre as duas culturas, seja através da culinária, dos costumes ou mesmo pela maneira francesa de levar a vida. Bard observa, por exemplo, que na França “as pessoas geralmente demonstram seu poder dizendo não e, nos Estados Unidos, as pessoas demonstram seu poder pela capacidade de dizer sim”. No entanto, o choque entre as diferentes realidades não afeta só Elizabeth, Gwendal também se esforça para promover suas transformações pessoais e manter o relacionamento firme e forte.

Esses e outros conflitos aparecem ao longo da narrativa revelando que construir uma vida nova em outro país é mais complexo do que se imagina, mas não é impossível.

Se você é daqueles que já adora Paris, vai se deliciar com o livro, mas, se é daqueles que ainda não escolheu o seu próximo destino de viagem, Almoço em Paris: uma história de amor com receitas, vai lhe dar um empurrãozinho. Afinal, é quase impossível resistir aos encantos da Cidade Luz. O livro é uma ótima pedida!

Boa leitura e bon voyage!

Até o próximo post!

BARD, Elizabeth. Almoço em Paris: uma história de amor.  Rio de Janeiro : Leblon, 2011.

Para seguir a continuação da aventura, Elizabeth Bard está com o novo romance Picnic in Provence, mas o livro ainda não traduzido pela editora.

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As mordidas na maçã ou nem só de hambúrguer vive o homem

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Por Márcia Rostheuser

#sejoganomundo

Ir para NY é mais do que viajar para uma cidade, é viajar para o mundo.

Comidas maravilhosas de todos os cantos do planeta, para todos os gostos.

Em geral, nos dias da semana, nas minhas peregrinações pelas quadras pontilhadas de amarelinhos, tento o seguinte roteiro:

Café da manhã em movimento  – Almoço especial – Jantar frugal (antes ou depois de um espetáculo)

E isso, que fique bem claro aqui, por conta de minha fome pela vida cultural da cidade e pelo andarilho que habita meu corpo.

Não desejo nunca dormir, parafraseando a própria Cidade.

Num ritmo lento, degustando cada esquina, porém intenso, me jogo.

Mas como tenho horror a regras, inverto tudo também, e ai é aonde mais me divirto.

Nessa opção, faço do jantar uma cerimônia e, posso ficar horas à mesa, papeando com a minha companhia na aventura, ou um novo conhecido e recém amigo.

Escolho a dedo lugares especiais para um belo jantar, ainda que no horário americano, ali entre 6pm/7pm, embora meu reloginho biológico clame pelas 9:30pm, tradicionalmente brasileira.

Quando se trata de hotspots, reservas são necessárias e costumo fazer pelo www.opentable.com ou diretamente no restaurante para evitar ficar sem mesa, mesmo com o melhor sorriso para a hostess – que by the way, não são de muitos sorrisos. 

Eu contribuo bastante com o Trip Advisor, na medida do que acredito ser um site isento. E me referencio por lá, e pelos meus amigos residentes, sempre um termômetro para minhas análises.

No começo de minhas viagens por aí, eu consultava pessoas para me assessorar e foi fundamental para não entrar em roubadas, mas depois de uns 10 anos entre idas e vindas, meu maior prazer é virar noites e noites desenhando meu roteiro exclusivo e novo a cada viagem.

Vou de 0 a 100, com facilidade, e com isso, abro portas e janelas para várias culturas e mergulhos que só precisam ter sabor e alma. Já comi em estrelados Michellin e na pizza de US$0,99 com a mesma alegria.

Mordi de todos os pedaços desse planetinha destacando comida Árabe, Americana, Turca, Grega, Italiana (aaai os pratos Italianos…!), Francês e até, acompanhando meu grupo da escola na época que morei lá, um Brasileiro e eu garanto: nunca saí decepcionada.

Só busco ficar longe dos restaurantes do Times Square, principalmente nos finais de semana, onde hordas de cidadãos de cidades ou estados próximos da famosa cidade, visitam transformam aquilo em algo bem diferente de uma ótima experiência. Se tiver que ir, vou, mas não é minha escolha…

Aí vão alguns lugares, sem ordem de custo, aonde já fui e que recomendo seja pela experiência impecável de exercer a gula ou pelo simples ambiente, que é tão importante em alguns momentos.

#Se joga no mundo

Um dos maiores prazeres da vida, depois de viajar, pode ser comer…

Lincoln – onde comi fora da Itália, a mais memorável pasta Italiana dos últimos tempos. O Pappardele di Castagna com ragu é de enlouquecer. – o ambiente é clássico, e American Way of Life, total. Público mais adulto no restaurante e mais jovem no bar.
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Lincoln
ABC Cocina – o novo queridinho do povo descolado é no democrático bairro de Union Square no complexo da linda loja da ABC Kitchen e faz parte do grupo do Jean-Georges . Tem culinária sazonal, politicamente correta  em ambiente delicioso com um excepcional serviço.

Shake Shack –  é muito bom e gosto de ir no da Praça ali pertinho do Flatiron Building , a Madison Square Garden, entre a  W 23rd Street e a 26th, amo o ambiente, a pracinha é linda e até no inverno acho delicioso sentar ali nas mesinhas…porém acho que vou ter que discordar da absoluta maioria quanto ao sabor… Heresia ou não, o burguer que adoro chama-se Five Guys – é bem simplinho e muito próximo do que chamamos de pé sujo aqui entre brazucas. Mas no meu paladar, irretocável.

Claudette – ali na 5th Av, entre a 9 e a 10 street – Fomos tomar alguma coisa e beliscar, após o evento por Paris, que ocorreu ali na Washington Square. Amei o ambiente, sentamos no bar por horas, e é bem descomplicado, descontraído, e feliz. Voltarei para jantar um dia. E quando volto, é porque gosto muito mesmo.

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Claudette – restauante

Jean-Georges –  esse 3 estrelas Michellin e 4 estrelas no NYT, é reverenciado pelos gourmets de todo o mundo e recebe a nata da sociedade americana mais jovem, sendo frequentado por executivos, jantares românticos ou celebrações especiais. Caríssimo. Tem um time impecável assistindo cada mesa. Comida elaborada e um pouco apimentada, pede reservas de pelo menos um mês para jantar. O bar é um escândalo de lindo e bem cool.

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Jean-Georges

Café Boulud – eu sempre quis ir a todos do Daniel, e só me falta o homônimo, o Daniel, o mais caro e mais estrelado( era 2** na época). A comida é ótima e o ambiente super relax.

Eu adorava ir, quando morei lá na 66 na Épicerie Boulud, que tem umas delicinhas dessas pra levar pro quarto do hotel ou pro apê. Eu pegava um cachorro quente dos deuses, sempre que saía do cinema. E quando eu comia cachorro quente sem culpa…

Cosí  – para almocinhos rápidos e leves, com preço super, super relax, e delicioso. Uso também para a mesma proposta a rede Le pain Quotidien, também espalhado pela cidade.

Café 28 – fica na 5th avenida com 28 street – acho que se derem um google, nunca vão ler nada sobre esse espaço desconhecido de turistas LoL porém para orçamento de estudante ou apressados sem frescura vai encontrar comida d.e.l.i.c.i.o.s.a, caseira, como a melhor opção que já experimentei por lá.

Para turistar low cost também é funcional. Vai na minha! O purê de batatas é perfeito \0/ e é pertinho do Empire State.

Salsa Y Salsa – a.d.o.r.o esse mexicano, tocado por brasileiros residentes lá há muitos anos. Baratíssimo, farto e delicioso. O famoso B.B.B. fica na 7th avenida, entre 21 e 22 st. E fico feliz por prestigiar esse imigrantes na terra de Obama, fazendo comida mexicana com louvor.

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Salsa Y Salsa restaurante

Ai, tem muito mais…mas fica pra nossa próxima conversa por aqui…se joga no mundo!

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Nova York quadro a quadro: Metropolitan Museum of Art

Coluna Arte & Viagem

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Templo de Dendur

PorClariceMenezes

Para quem sempre foi apaixonada por arte, o Metropolitan Museum of Art de Nova York, um dos mais importantes museus do mundo, é o lugar ideal para conhecer e explorar a história da arte e das civilizações.

É verdade que museus sempre exerceram sobre mim um enorme fascínio e o Met, como é carinhosamente chamado, foi o primeiro do gênero que visitei, há vinte anos. Desde então, minha relação com a arte só se intensificou e grandes museus não podem faltar em meus roteiros de viagem (já fiz um post sobre o  MoMA).

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O Met já se mostra formidável à primeira vista por sua arquitetura, sua fachada imponente e pela escadaria que leva ao saguão de entrada, onde a movimentação é intensa a qualquer hora do dia. Vale ressaltar que o valor do ingresso é sugerido em vinte dólares, mas qualquer pessoa pode doar a quantia que desejar.

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Metropolitan
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Templo de Dendur – encomendado pelo imperador Augusto de Roma. Doado aos EUA pelo governo do Egito

O museu tem aproximadamente 250 salas e cerca de 2 milhões de itens distribuídos pelos dois andares do edifício. É impossível ver tudo em um único dia! Portanto, para aproveitar ao máximo o programa, recomendo chegar logo pela manhã. Além do que, a visita exige planejamento e, nada melhor do que selecionar com antecedência o que se deseja ver. Durante o percurso é bom ter em mãos o mapa das galerias. Há também a opção de alugar o áudio-guia disponível em várias línguas ou ainda de fazer download do aplicativo para celular.

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Mapa do Met

Além das galerias, o museu também dispõe de espaços especiais recheados de obras de arte, lindos jardins, cafés e até mesmo um terraço, o Roof Garden Café, famoso por seus badalados eventos. Você não pode deixar de dar uma paradinha no pátio interno, seja para recarregar as baterias ou para apreciar, através das vidraças, as paisagens que são verdadeiras pinturas!

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Café do pátio interno
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Através da vidraça, vista para o Central Park
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Diana

Desta vez fiz uma escolha cronológica e iniciei a visita pela galeria de Arte Egípcia, segui para a do Século XIX, e por fim, Arte Moderna e Oceania.
Com tudo organizado e roteiro definido, é hora de desfrutar as mais belas e preciosas obras de arte, se divertir bastante e aprender muito!

Confira o roteiro!

Arte Egípcia

É uma das alas mais extraordinárias do acervo com verdadeiros tesouros da humanidade. Certamente, a galeria egípcia desperta emoções peculiares no visitante, principalmente, nos amantes da mitologia, afinal, tudo o que está ali tem alguns milhares de anos. Pinturas, esculturas, sarcófagos, objetos de uso pessoal, fragmentos arquitetônicos, enfim, uma série de elementos do mundo antigo prontos para despertar a nossa curiosidade.

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Maxi-colar! Boa sacada da Bravo! Ri muito!
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Templo de Dendur

Século XIX

Na galeria do século XIX demos destaque aos espaços destinados a Van Gogh, Claude Monet, Cézanne, Edgar Degas, Rodin entre outros. Impossível não se render a tanta inspiração!

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Campo de trigo com cipestres, Van Gogh
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Pequena bailarina, Edgar Degas
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Eros e Psique, Auguste Rodin

Arte Moderna

Na galeria de Arte Moderna, Kandinsky, Picasso, Miró, Pollock, Lichtenstein estão entre os nossos favoritos. Sem chance de não registrar essa magnífica experiência!

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Kandinsky
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Picasso
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Miró
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Roy Linchtenstein
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Jackson Pollock

Oceania

A ala da Oceania foi muito surpreendente. Uma nova arte se revelou para mim. As esculturas, em sua maioria de madeira e coloridas, provocaram um grande impacto em minha percepção.

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Cada galeria me impressionou de uma forma diferente. E depois da visita, com os pés cansados mas com os corações alegres, o que mais queríamos, Clarissa e eu, era sentar nas escadarias do museu, devorar um hotdog e celebrar a experiência de termos visto pelo menos cinco mil anos de cultura e de história das civilizações.

Bye bye,

Até o próximo post!

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Escadaria do Met. Cansadas mas com os corações alegres!

 

 

Sob o sol da Toscana: o livro

Coluna Livro & Viagem

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PorClariceMenezes

Resenha

Terminei de ler o livro Sob o sol da Toscana, de Frances Mayes, o mesmo que deu origem ao filme. Mas para quem espera ler o que viu na tela, vai encontrar, na verdade, um livro dedicado às especificidades da Toscana, desde a culinária até os costumes locais.

A autora narra a temporada que passou na região quando decidiu comprar uma casa e reformá-la. Com paixão discorre sobre as descobertas e sensações que se contrapõem à sua vida agitada e corrida em São Francisco, nos Estados Unidos, onde é escritora e professora universitária.

Com uma linguagem sedutora, Mayes descreve com riqueza de detalhes o formato das frutas, a geografia da paisagem e até mesmo o sol que bate na janela e ilumina a casa. À medida que avançamos no texto, temos a sensação de que o tempo passa mais devagar na Toscana colaborando para o encontro do homem com o ritmo da natureza.

Além disso, o livro é um verdadeiro despertar para a genuína culinária italiana, para os aromas, os sabores e as cores. E para quem tem interesse por gastronomia, é um prato cheio! Há deliciosas receitas que vão desde pastas e pizzas, passando por sopas e risotos até maravilhosas sobremesas típicas.

A leitura é uma boa pedida para quem planeja visitar a região e também para os que ainda não decidiram o destino da próxima viagem. Quem sabe o livro de Frances Mayes não dá um empurrãozinho e o felizardo acabará passando as férias sob o sol da Toscana?

O livro é uma exaltação à vida! Vale a pena!

Fiquei tão encantada que já coloquei Bella Toscana, da mesma autora, na minha listinha! Depois conto aqui.

Divirta-se e Arrivederci!

MAYES, Frances. Sob o Sol da Toscana. Porto Alegre, Rio de Janeiro: LP&M , Rocco, 2013.

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MoMA: O sonho de todo viajante apaixonado por arte.

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PorClariceMenezes

Percorrer as galerias do Museu de Arte Moderna de Nova York encanta e desafia a nossa curiosidade.  O MoMA abriga não só Arte Moderna, mas também dedica seu espaço a novos artistas.

 

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Balzac por Rodin. Impressionante!

Um dos pontos altos do museu é o seu edifício. Com um grande vão no pátio interno, o visitante pode desfrutar do interior e do exterior através da enorme fachada de vidro com vista para o jardim e edifícios da cidade. Logo na entrada, temos a corpulenta escultura de Balzac. Estrategicamente posicionada no saguão do museu, a obra do mestre Rodin contrasta com as escadarias que dão acesso às galerias. Desta vez tivemos a sorte de encontrar as esculturas de Picasso na exposição em cartaz. Mais de cem obras do artista bem ali ao alcance dos nossos olhos.

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MoMA
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Papier-mâché, Picasso com Clarissa Bravo!

Picasso teve o privilégio de poder criar e recriar inúmeras obras de arte e de testar diferenciados métodos e materiais ao longo de seus 92 anos. Madeira, papier mache, bronze e cerâmica são apenas algumas das estratégias utilizadas por ele para esculpir sua arte.

O MoMA tira o nosso fôlego à medida que avançamos pelas salas. É uma surpresa incrível atrás da outra até nos depararmos com a atração mais disputada: “A Noite Estrelada” de Vincent Van Gogh concentra uma multidão de admiradores na busca pelo melhor ângulo. É a Monalisa do MoMA!

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A Noite Estrelada, Van Gogh

Mas não para por aí. Com uma coleção rica e variada, Monet, Cézanne, Pollock, Klimt, Mondrian, Duchamp e Matisse são, entre outros, o que todo viajante apaixonado por arte deseja encontrar! Para os fãs da Pop Art, Warhol marca presença com suas latas de sopa e suas celebridades. Os sapatos são uma atração especial! Verdadeiras lindezas!

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Andy Warhol
Warhol, Sopas Campbell
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Matisse, painel A piscina
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Henri Matisse, La serpentine 1909

É verdade que o museu está invariavelmente sempre cheio. Mesmo pela manhã, horário em que visitamos, já transbordava de gente! A vida é isso, tudo o que é bom, todo mundo quer, mas prepare as pernas e esteja munido de um confortável calçado, pois não sairá imune desta aventura, principalmente até chegar à lojinha do museu. É lá que você irá deixar os seus últimos tostões se não tiver foco. A lojinha do MoMA é mesmo um espetáculo à parte. Americanos sabem como fazer isso. Não se sinta culpado, afinal, você irá agradecer por ter tido essa oportunidade e sairá de lá feliz da vida.

Até o próximo post!

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Lojinha
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Painel, Claude Monet
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Mademoiselle d’Avignon, Picasso
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Duchamp, A roda de bicicleta
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Meu Pollock querido e a multidão!

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Coluna do Amigo: Havana por Marcia Monteiro

A Coluna do Amigo do  blog Viagem entre Amigas traz as lindas fotos e o olhar apurado da nossa querida amiga jornalista, roteirista e produtora Marcia Monteiro sobre Havana, Cuba.

De acordo com Marcia, Havana é “no mínimo uma cidade fotogênica! São muitos os atrativos” e “é maravilhoso caminhar pelas ruelas de Havana Vieja, se perder e se achar”.

No meio disso tudo, o refrescante mojito é indispensável para dar o tom!

“A arquitetura preservada e outras que parecem ruir, além da convivência com os cubanos”

foram o ponto alto da viagem.

Nossa amiga, além disso, cursou a Escuela Internacional de Cine y TV (EICTV), em San Antônio de los Baños, considerada uma das mais importantes instituições na área de TV e Cinema. A escola foi criada em 1986 por Gabriel García Márquez, pelo poeta e diretor argentino Fernando Birri e pelo diretor cubano Julio García Espinosa. Destinada aos estudantes da América Latina, desde de sua fundação já recebeu profissionais e estudantes de mais de cinquenta países.

“Um lugar único, onde vivi umas das experiências mais fortes em minha vida…seja pelo nível de ensino ou com pessoas que por lá encontrei…”

“Por aqui até a água viva é azul da cor do mar….”

Para saber mais sobre esta e outras aventuras de nossa amiga viajante, visite o site:

Viagens de Marcia por el mundo de Dios!

Buen viaje!

Hasta la vista!